Agora que as aulas acabaram tenho a oportunidade de "ver" televisão. Principalmente à hora do jantar, normalmente por volta das 20 horas, hora em que em todos os canais nacionais são emitidos os telejornais.
Surge-nos um jornalista, normalmente uma das vedetas do canal a comunicar a notícia do dia.
Francamente, não sei se se passa o mesmo com o comum dos mortais, pelo menos a mim sim, começo a ficar saturada de ouvir sempre as mesmas notícias. Quando não é a crise, é o vírus da gripe, o ministro que se demitiu porque teve a coragem de fazer um gesto dito impróprio numa Assembleia da República, o Caso Freeport, então nem quero falar.
Que estamos a atravessar uma crise, todos sabemos, mas a crise só atinge o "zé povinho" e as PME's. Esses sim, sentem na pele os efeitos da crise, com a insegurança no emprego, com os ordenados cada vez "mais pequenos" para fazer face às despesas, empresas a fechar diariamente.
Que o vírus da gripe anda por aí, ninguém tem dúvidas. mas quer-me parecer que os beneficiários desta divulgação toda são os laboratórios produtores da vacina.
É verdade que não é nada digno de um ministro fazer o gesto representativo de um cornos em plena assembleia, mas se pensarmos que nos Parlamentos Coreano e Tailandês até à pancada andaram, não penso que o gesto do nosso ministro seja assim tão grave.
O Caso Freeport, bem, nem vale a pena comentar, estando nós num país em que o que conta são os altos conhecimentos que se tem.
No meio destas notícias, entra a transferência do "nosso" Cristiano Ronaldo para o Real Madrid. Sim, é a transferência mais cara de todos os tempos. E???? é sinal que o clube espanhol tem dinheiro.
Sinceramente, já não tenho pachorra para ver o telejornal. Quando não são os escândalos, são as guerras partidárias. Acabo por agradecer a existência da televisão por cabo, não é que a programação seja mais leve, mas pelo menos temos maior opção de escolha e sempre existe algum programa que nos abstraia das desgraças diárias.
Surge-nos um jornalista, normalmente uma das vedetas do canal a comunicar a notícia do dia.
Francamente, não sei se se passa o mesmo com o comum dos mortais, pelo menos a mim sim, começo a ficar saturada de ouvir sempre as mesmas notícias. Quando não é a crise, é o vírus da gripe, o ministro que se demitiu porque teve a coragem de fazer um gesto dito impróprio numa Assembleia da República, o Caso Freeport, então nem quero falar.
Que estamos a atravessar uma crise, todos sabemos, mas a crise só atinge o "zé povinho" e as PME's. Esses sim, sentem na pele os efeitos da crise, com a insegurança no emprego, com os ordenados cada vez "mais pequenos" para fazer face às despesas, empresas a fechar diariamente.
Que o vírus da gripe anda por aí, ninguém tem dúvidas. mas quer-me parecer que os beneficiários desta divulgação toda são os laboratórios produtores da vacina.
É verdade que não é nada digno de um ministro fazer o gesto representativo de um cornos em plena assembleia, mas se pensarmos que nos Parlamentos Coreano e Tailandês até à pancada andaram, não penso que o gesto do nosso ministro seja assim tão grave.
O Caso Freeport, bem, nem vale a pena comentar, estando nós num país em que o que conta são os altos conhecimentos que se tem.
No meio destas notícias, entra a transferência do "nosso" Cristiano Ronaldo para o Real Madrid. Sim, é a transferência mais cara de todos os tempos. E???? é sinal que o clube espanhol tem dinheiro.
Sinceramente, já não tenho pachorra para ver o telejornal. Quando não são os escândalos, são as guerras partidárias. Acabo por agradecer a existência da televisão por cabo, não é que a programação seja mais leve, mas pelo menos temos maior opção de escolha e sempre existe algum programa que nos abstraia das desgraças diárias.
infortainment, ma chère... o negócio da estupidificação das massas.
ResponderEliminarronaldices em "Cristiano Ronaldo, o embaixador do sentir luso", do impagável Fradique Mendes.
hasta!
Concordo com a tua perspectiva mas acho que muito mais precisava ser "reformatado" na televisão nacional.
ResponderEliminarHá um texto muito bom do Rui Tavares, "O que fazer à informação?", que aborda a noção comum de excesso de informação, preterindo-a em favor da irrelevância da informação, que creio dever ser lido.
ResponderEliminarEsse artigo mereceu a atenção do nosso Comendador Fradique Mendes, que escreveu um outro artigo intitulado "Excesso de informação, agenda-setting, fait-divers - mitos?", cuja leitura poderá ser complementada pela reprodução de um excerto de Andreï Arkhangelski, "Em defesa da subjectividade", que também acho muito interessante.
Por fim, a novidade que todos esperavam, o Comendador Fradique Mendes vai passar para o : fractura.net! muito brevemente!
Hasta,
quisses às meninas.
Olha faz como eu, vê o canal Panda, ou o canal Parlamento, este sempre dá para fazer sono e adormece a moleirinha.
ResponderEliminarTudo menos as novelas da TVI.
Beijos e vai mas é trabalhar.
Mano da Margem SUL